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A verdadeira felicidade

Se você tivesse que escolher três momentos inesquecíveis da sua vida, quais escolheria? Muitas pessoas falariam do nascimento do filho, do dia em que se casaram, da formatura, da emoção de comprar a casa própria, de comprar o carro zero. E, de fato, essas conquistas são importantes e nos fazem felizes.

O problema é que são temporárias.

Um dia, estava muito triste e me perguntei onde residiria a verdadeira felicidade. Procurei por essa resposta durante muito tempo. Achei que estivesse nas coisas: carro, casa, sapatos e roupas caras. Depois, achei que poderia estar no amor... ah, o amor. Impossível não ficar feliz quando se está amando. Por fim, pensei que se tivesse muitos amigos estaria completamente feliz.

Foi quando percebi que quanto mais tentava encontrar o caminho da felicidade, maior era a minha frustração e o vazio existencial que sentia. Porque todas as coisas são acessórias, importantes, mas coadjuvantes. E nessa busca, resisti o quanto pude àquilo que considerava exagerado, radical e definitivo. Pois tinha a nítida impressão de que pouquíssimas coisas nesse mundo são definitivas. Sempre achei que a religião atrapalhava a espiritualidade. Sempre achei que os homens, falhos como são, só estariam ali para perturbar minha relação com Deus.

Foi preciso que Deus me tirasse aquilo que achava que era o mais importante na vida, mais importante até do que Ele, para que eu me desse conta do que realmente importa. Pois o Deus que dá é o mesmo Deus que tira. E se falamos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Ele, como duvidar dos Seus desígnios quando nos sentimos contrariados?

Vejo que precisei desse aprendizado. Foi duro. Foi difícil. Foi ácido. Mas assim como o pai educa o filho, dando o que ele necessita, assim Deus também nos fornece tudo o que precisamos, não no nosso tempo, mas no tempo Dele.

Se tivesse que escolher os três momentos mais importantes da minha vida, diria que o primeiro foi a perda do que mais amava, o segundo foi a dor do aprendizado e o terceiro foi o encontro verdadeiro com Deus. E dos três, seguramente, o encontro com Deus foi o mais profundo e decisivo, pois dividiu minha vida entre o antes e o depois, entre a alegria infinita e a felicidade passageira.

Não digo que não fico triste, às vezes... Mas o que sei é que depois desse dia nunca mais me senti só...



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